Eu adoro quando este sublime satélite dá o ar de sua divina graça assim, de lado, tímida e displicente, com um charme cósmico, como se esboçasse um sorriso, largo, gostoso, espontâneo, uma gargalhada de Deus que se abre nas nuvens, um aceno despretensioso.
É um espetáculo semicircular, um botão de prata que desabrocha no céu dos distraídos...
1 leitores:
Esse satélite tem um encanto inexplicável, mas foi deliciosamente descrito por suas palavras.
Beijos.
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